Achei interessante as informações do texto. Ok, vocês podem falar que é só porque eu sou da Herbalife, mas eu respondo que é exatamente porque sou da Herbalife que achei interessante - a minha nutrição está ok, e a de vocês?
"O estudo Brazos Nutricional, feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com a Faculdade de Saúde Pública da USP, revela que a dieta do brasileiro deixa muito a desejar, com baixo consumo de vitaminas e nutrientes essenciais para a saúde, como o cálcio e a vitamina D.
Esse estudo foi patrocinado pelo laboratório Wyeth e avaliou 2.420 pessoas (em entrevistas porta a porta) em 150 municípios das cinco regiões do País. Isso mostra que não há padrão na nutrição do brasileiro, ou seja, em qualquer região do país o brasileiro come "bem" mas se nutre pouco.
Alguns dados deste estudo:
* 90% da população consome cálcio abaixo da quantidade recomendada de 1.200 miligramas por dia. A maioria não consome nem 400 miligramas por dia. * 99% entrevistados ingerem vitamina D em uma quantidade quase seis vezes abaixo do recomendado internacionalmente. * 99% também não consomem as quantidades de vitamina E indicadas. * 50 % consomem menos vitamina A do que o mínimo necessário. * 80% dos indivíduos também não chegam à quantidade ideal de magnésio. * 80% da população consomem vitamina C abaixo do recomendado. * 81% não consomem a quantidade de vitamina K indicada. * 40% da população não atinge o mínimo do consumo de minerais (selênio, cobre, zinco, ferro e iodo) exigido.
Por isso, cada vez mais nutricionistas e profissionais da saúde reconhecem a suplementação como uma alternativa inteligente para se manter a saúde em dia. Quando o corpo está bem nutrido, o sistema imunológico funciona melhor, não há dificuldade em manter o peso desejado e a ansiedade e o stress diminuem radicalmente. Por isso a pergunta: daqui pra frente você vai continuar comendo ou vai começar a se nutrir?"
Rá! Pega essa! Ou me liga pra gente conversar sobre como corrigir o problema....
Texto copiado do Blog dos Malvados. O Autor, acredito eu, chama-se André Dahmer. E eu não poderia achar mais verdade.
"Monumento a um jovem monolito
Aos completar trinta anos, você ganhará os olhos duros dos sobreviventes. Só verá sua amada na parte da manhã e da noite, só encontrará seus pais de vinte em vinte dias. E quando seus velhos morrerem, você ganhará um dia de folga para soluçar e gritar que deveria ter ficado mais próximo deles. Sorria, você é um jovem monolito e a vida vai ser pedrada. O trabalho é uma grande cadeia e você sentirá muito alívio por ter uma. A cadeia engrandece o homem. E o sangue do dinheiro tem poder. Reze. Reze ajoelhado por uma carreira, dê a sua vida por ela. Viva como todo mundo vive, você não é melhor que ninguém. Porque o dinheiro move montanhas, o dinheiro é a igreja que lhe dará o céu. Sorria, você é um jovem monolito e o mundo é uma pedreira. Eles irão moer você todinho. De brinde, muitos domingos para chorar sua falta de tempo ou operar uma tendinite. Nas terríveis noites de domingo, beba. Beba para conseguir dormir e abraçar mais uma monstruosa segunda-feira. Aquela segunda-feira que deixa cacetes moles e xoxotas secas para sempre. A vida é uma grande seca, mas ninguém sente calor: Nas salas refrigeradas, seus colegas de trabalho fabricam informação e, frios, sonham com o dia dez do próximo mês. Você é o Babaca do Dia Dez, não há como mudar o seu próprio destino. Babaca que acorda assustado, porque ninguém deve atrasar mais de vinte e cinco minutos. Eles descontam em folha e você é refém da folha, do salário, do medo. Ninguém tem o direito de ser feliz, mas você ganhará a sua esmola de seis feriados por ano. E todos nós vamos enfrentar, juntos, um imenso engarrafamento até a praia. Para fingir que ainda estamos vivos. Para mostrar que ainda somos capazes de sentir prazer. Para tomar um porre de caipirinha sentado em uma cadeirinha de praia. É uma grande solução. E você ainda ganhará quinze dias de férias para consertar a persiana, pagar contas, fazer uma bateria de exames. Ninguém quer morrer do coração, ninguém quer viver de coração. Eu não duvido da sua capacidade de vencer: Lembre disso no primeiro divórcio, no primeiro infarto, no primeiro AVC."
Sorria, jovem monolito. Só espero que todo mundo entenda que a vida não precisa ser essa pedrada, que todos nós temos opções. E, às vezes, elas estão onde você menos quer que elas estejam, por puro orgulho de admitir que estava errado ou pela ignorância de não se deixar conhecer uma das opções. Curioso, não?
Caraca, quanta coisa pode acontecer num espaço curto de tempo. E mais: é impressionante como estamos numa vibração que faz com que o dia sempre se preencha com mais e mais coisas, mesmo você programando todos os minutos do seu dia.
Ok, não são todos os minutos, mas eu me programo bastante. Junte a isso o fato de querer controlar todos os passos de tudo o que faço, e você vai ter um leonino louco perambulando por São Paulo nas últimos semanas.
O que está rolando: a mudança do casal. O apartamento ficou pronto, e nós iniciamos (e quase terminamos) o processo em praticamente uma semana, com a ajuda de muitos dos nossos amigos - que eu agradeço todos os dias por estarem conosco. O que falta fazer é rechear com detalhes que você nunca pensou antes de ter o seu próprio espaço - quem aqui já comprou tapetes, talheres, panos de chão, toalhas e etc? Pois é.
O nosso Open House rola nessa 6ª feira, com a confirmação de (pasmem!) quase 100 pessoas. Pra isso, lá vou eu atrás de quitutes, bebidas, lanchinhos, docinhos, copos, cadeiras, mesas, enfim, tudo que faz de uma festa uma festa. E dá-lhe pesquisas, orçamentos, e muita conversa com profissionais envolvidos nesse tipo de coisa.
Ainda nesse final de semana, toco em dois lugares diferentes: no Teatro Dias Gomes e no Blackmore Rock Bar, e em ambos vou substituir alguém. No primeiro, substituo o Paulinho Bavini, e no sgundo substituo (só em caso de conflito de horários) o Rafinha. E dá-lhe estudar o repertório, tirar as músicas, ensaiar com as bandas e chegar preparado.
Paa completar, só mais um detalhe pra deixar vocês curiosos: estou inciando um projeto diferente de tudo o que fiz até agora. Depois da semana que vem já estarei fora dessa loucura de arrumar o apartamento/comprar coisas pro Open House/estudar o repertório novo e vou poder voltar a fazer minhas coisas - que incluem trabalhar na Herbalife e tocar com a Johnny Brechó, e é aí que vou somar esse projeto às minhas noites. Espero tê-lo pronto dentro de um ano - acho que é um prazo decente, e prometo que aviso quando rolar. E não adianta perguntar, porque esse eu só vou contar pra Bru. Aliás, finjam que eu nem escrevi isso aqui. Aliás, tem alguém que lê o que eu escrevo? Espero que sim.
Sim, vamos falar de Michael Jackson - impossível não fazê-lo.
MJ artista é indiscutível: em poucas palavras, foi um gênio que revolucionou o jeito de se fazer música pop e, consequentemente, a indústria. De quebra, compôs algumas das músicas mais legais de todos os tempos, praticamente inventou o videoclipe e a turnê mundial do jeito que conhecemos, arrebanhou fâs mais fanáticos que os dos Beatles e do Kiss (ok, há controvérsias) e continua ensinando gerações e gerações depois dele a ter uma postura digna de um palco. Tá fácil?
MJ pessoa é um assunto delicado. Pedófilo? Não sabemos. Doente? Provavelmente. Megalomaníaco? Com certeza. Não dá pra saber se o cara realmente entrou no personagem que criaram (ou criou?) pra ele ou se simplesmente ele perdeu a infância e a adolescência no Jackson 5 e quis vivê-la dos 30 aos 50 anos, não se importando com o que a mídia pensaria. Afinal, quem eram eles pra julgar o Rei do Pop? Aliás, quem somos nós pra julgá-lo de alguma coisa? Acho que é um mal do ser humano: não gostamos, não aprovamos ou não entendemos, então vamos crucificar. Se nem JC (ele mesmo, o da cruz) agradou a todos, imagina um cara que passou por 1 mol* de cirurgias plásticas pra acabar igualzinho à irmã.
Não vou defender um ou outro ponto de vista, até porque as memórias que ficarão de MJ pra mim são as de qualquer músico da minha geração: Gênio. Independente de gosto musical, gênio. E merece memórias como essa aí de baixo, e fazendo o que nasceu pra fazer: mostrando seu talento incomensurável, fora desse mundo.
Pois é pessoal, o título do post é pra ser considerado no sentido literal da palavra - eu e a Bru estamos reformando um apartamento pra comçarmos oficialmente nossa vida juntos. Vamos à história completa.
A Bruna tem uma avó, que é a Cuca. Ela mora(va) em Santos, mas como está velhinha não está mais podendo morar sozinha. Como ela veio pra SP pra morar na casa da Bru, e eles estão adotando um sistema rotativo (uma semana no quarto da Bru, uma semana no quarto da Ju e uma semana no quarto do seu ulisses e da Dona Evânia), a situação está um pouquinho desconfortável por lá. Junte a isso o fato de um dos apartamentos que o seu Ulisses aluga ter vagado - o inquilino saiu, que fique bem claro - e precisar de uma reforma, a proposta indecente foi que eu e a Bru pagássemos pela reforma e, uma vez essa terminada, morássemos lá. E nós gostamos da idéia.
Como tudo não são flores, vou colocar umas fotinhas só pra vocês sentirem o drama. Se vocês acharam que a reforma era uma pinturinha, massa corrida e talvez alguns móveis, pensaram errado. Olha só:
Essa é a parede que dividia a cozinha da sala, que vai virar uma mesa de jantar.
Essa é(ra) a área de serviço.
Esse é(ra) o banheiro.
Pois é. Vamos investir uma grana alta no apê, mas não tem problema porque era algo que planejávamos e nosso trabalho nos permite assumir essa pedrada. O apê é do tamanho que precisamos nesse momento, perto de tudo ali na Vila Mariana e estará sempre aberto pra vocês.
Logo logo vocês receberão o convite oficial pro nosso "Open House" - sim, precisaremos da ajuda de vocês pra rechear o apê (eu mencionei que nós é que estamos pagando pela reforma?) - mas isso é o de menos. Podem ter certeza que a presença de vocês é o que importa mais pra nós, com ou sem ajuda. Aliás, sempre vai ser "com ajuda", porque amizade vai além de ajuda financeira ou qualquer coisa assim - e aí eu posso dizer sem nenhuma dúvida que sou um dos caras mais ricos do mundo.
Pois bem, meta 1 pro ano - Check! Que venham as próximas.
Caraca, finalmente um tempinho pra escrever aqui. Não vou escrever nada de genial (aliás, vamos combinar que falta muito arroz com feijão pra eu escrever algo genial....), só o cotidiano movimentadíssimo que foram esses 5 meses desde a minha última postagem.
Final de ano sensacional. Viagem pra Mangaratiba com um pessoal acima de qualquer suspeita, casa incrível, praia sensacional, comida boa, risadas incessantes. Dá uma olhada no pessoal e veja se a foto não emana a energia que foi essa viagem:
Pois é. Isso foi o Reveillon, depois disso foi só descida.....
Ok, de volta a SP o trabalho começou, e não tá brincadeira não. Como a crise botou um monte de gente na rua, todo mundo procura um meio alternativo de renda. Adivinha quem tem isso? Pois é de novo.
Do começo do ano pra cá já viajamos pro RJ pro maior treinamento (em conteúdo e em número de pessoas) da história da Herbalife no Brasil - foram 13000 pessoas na arena do Pan -, já ganhamos um Cruzeiro pela costa brasileira com tudo pago (Angra, Búzios, Ilhabela e Ilha Grande), já estamos na qualificação pra ganhar outro Cruzeiro e uma viagem pras Bahamas nos ano que vem, já estamos com planos maiores e maquiavélicos, e que só serão revelados quando batermos o martelo em algumas coisas importantes e já estamos programando a viagem pra Floripa pro treinamento com o nº 1 da América Latina, e que nós nos qualificamos também. E olha que só estamos em Abril! Vamos ver como estaremos no final do ano, se continuar nesse ritmo.
Como se não bastasse, do começo do ano pra cá já estreei duas peças - Hey Hey, na qual a minha participação era um tanto quanto significativa e Zoom, que era um pouco menos - e engrenei o som com a Johhny Brechó. Esse último vocês podem ver no Myspace ou no Youtube - aliás, vou facilitar a vida de vocês:
O áudio não tá lá essas coisas, mas dá pra ter uma idéia da energia (ela de novo, Mazza?) do som. Já rolou programa do Ronnie Von (2 vezes), shows no Kitsch Club, Mr Blues e Centro Cultural São Paulo e coisas maiores estão acontecendo. Mais sobre isso quando (de novo, Mazza?!) batermos o martelo. Enquanto isso, vai lá curtir o som pra poder dizer que conheceu a gente quando a gente tocava no barzinho!
Notícia bombástica: minha irmã casou. E o casório foi muita treta. Comida inacreditável, festa maravilhosa, a Fê linda como sempre, o Rô feliz como nunca e muita gente legal. Parabéns pros noivos e pros meus pais, que armaram o circo de maneira impecável. E, citando Rita Lee: "Agora só falta você, iê, iê..."
Pra terminar, algumas notícias ruins mas boas: vamos perder duas pessoas sensacionais daqui a pouquinho. Calma, nada drástico, só uma mudança básica de país - o Hawle sai daqui dia 13/05 pra se aventurar na Land Down Under e a Helena vai fazer um MBA nos EUA pra ficar perto do Mauricião. Nada mais justo, porque são pessoas espetaculares e que vão fazer grandes coisas onde estiverem, mas é sempre ruim ficar longe de um amigo, né?
É isso, por hora. Volto pra escrever sobre algo específico, mas aceito sugestões!
Fiquem tranquilos, o título do e-mail é uma alusão ao ano que passou. E como passou rápido, né? A sensação é que 2008 passou batido. Tô aqui pensando que nem saí do Reveillon de Juquehy no ano passado e já estou indo pra Mangaratiba comemorar outro.
Vou divagar um pouco sobre atitude esse ano. Todo mundo sabe que eu sou um cara positivo, prefiro procurar soluções a problemas, blá, blá blá. A atitude que eu estou me referindo não é a atitude positiva em si, mas sim a de resolver tomar o controle de situações que parecem não estar ao seu alcance. Exemplifico: quantos de vocês têm um parente, amigo, vizinho ou qualquer pessoa que tem contato que está sempre reclamando que não teve chance na vida, que nunca encontrou uma oportunidade, que tomou rasteiras da vida, que sempre rezou tanto e nunca foi atendido, que sempre se coloca como coitadinho? Pois é, sempre tem alguém. E pessoas que reclamam do governo, da crise, da enchente, do trânsito? Pois é. É sobre essa atitude que eu quero falar, porque recentemente assisti a dois vídeos que me fizeram pensar muito - talvez pelo momento da minha vida, talvez pelo que vivi esse ano, não sei. Um deles é um discurso de Steve Jobs, fundador da Apple, e o outro é de Dick e Ricky Hoyt, uma dupla de pai e filho que completou o IronMan. Vou falar sobre os dois.
O primeiro é um soco no estômago por segundo. É uma das maiores lições de perseverança, talento e atitude que eu vi até hoje. O cara fundou a Apple, foi demitido (!), fundou a Pixar, reassumiu a Apple, teve câncer (e no diagnótico disseram que ele tinha poucas semanas de vida) e venceu a doença e todas essas adversidades pra se tornar um dos maiores criadores do nosso tempo. Tá aqui, ó:
Os segundos são pai e filho que competiram o IronMan - pausa pra explicação: o IronMan é um Triathlon realizado no Hawaii, com distâncias de 3,8Km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida (é isso mesmo, não escrevi nada errado não). Até aí, nada de mais, certo? Errado. O filho, Ricky, tem paralisia cerebral e está numa cadeira de rodas desde o nacimento.Tá fácil pro papai fazer a prova puxando um bote com o filho enquanto nada, empurrando a bike com o filho enquanto pedala e o carrinho com o filho enquanto corre essa distância sobre-humana? Ok, só pra checar. Tá aqui, ó:
É sem legendas, mas não importa. As imagens falam mais alto do que qualquer tradução.
Porque o e-mail de Natal desse ano é sobre atitude? Porque a escolha óbvia nos dois casos seria tentar uma outra carreira (ou um cargo numa empresa que quisesse te contratar) quando você fosse demitido da empresa que fundou e nem pensar em fazer algum esporte com seu filho que não consegue controlar a própria saliva. Não é assim que pensamos, pelo menos em um primeiro momento? É mais fácil desistir do que tentar mais uma vez, e mais uma vez...."Ah Mazza, não é tão assim.". Ok, pode mentir pra mim que eu sou facinho e acredito em tudo, eu quero ver é você mentir pra pessoa que você vê no espelho - essa vai ser difícil de você enganar. O lance é que quando você deixa de tentar mais uma vez muitas vezes (releia, se não entendeu), o seu espírito se enfraquece e você deixa de acreditar que é capaz. E não há nada pior do que um espírito descrente, porque aí sua vida se torna uma sombra do que pode ser.
Eu escrevi lá em cima sobre os parentes, amigos, vizinhos e etc que preferem reclamar e se colocar em posição de vítima a tentar mais uma vez. E aí eu finalmente entro no tema: é aí que a atitude deveria ser outra. Ok, tem gente que tem muitas dificuldades na vida. Ok, tem gente muito pior do que a minha cabeça jovem e de classe média possa imaginar, mas eu garanto uma coisa pra vocês: Deus (ou o que quer que você acredite) nunca te dá mais do que você pode aguentar. Nunca. Se você está com problemas, é porque precisa se tornar um pouco mais forte, um pouco maior do que eles pra que sua vida seja completa. Pode acreditar. Se sua vida está uma desgraça só, pode ter certeza que tudo o que é preciso é uma faísca de incentivo, de força, de motivo pra bater os pés no fundo do poço e começar a subir. Dificuldades todos temos - alguns mais do que outros, e não cabe a nós julgar quem é o mais coitado da parada - mas o que vai te tornar um ser elevado é como você se posiciona diante delas. Por isso tenha motivos fortes, sonhos ambiciosos e metas claras, pra que você nunca seja menor que os problemas que aparecerem na sua vida. Seu nome está no SPC? Ótimo, significa que você não pode usar uma linha de crédito dinheiro porque não consegue controlá-lo. Sua saúde está um caco? Ótimo, significa que você abusou muito do seu corpo e ele reclamou. Sua família te odeia? Ótimo, significa que talvez o seu convívio não seja aceitável, e você vai precisar mudar um pouquinho seu jeito de agir. O mais importante de tudo o que falei aí em cima é um conceito simples: você pode mudar sua vida sim, por mais ferrado que esteja. Você pode conquistar mais sim, contanto que aprenda a jogar o "jogo do contente". Você tem o potencial de superar qualquer obstáculo que a vida jogar no seu caminho sim, basta se concentrar na solução, e não no problema. Essa é a atitude que eu acredito poder mover montanhas.
Parabéns pelos anos que passaram, e mire alto nos próximos que virão - se você tiver a atitude certa, talvez chegue a lugares que nunca sonhou. Senão, fique à vontade pra reclamar do mala que te manda e-mails no final do ano, do panetone que veio queimado, do movimento dos shoppings nessa época do ano e de tudo o mais que você quiser. Só não esqueça de reclamar da pessoa que você vê no espelho todos os dias, que é quem toma as decisões que fazem com que tudo isso seja um problema, e não uma oportunidade de tentar melhorar.
Não sei vocês perceberam, mas o ano já está no fim. Pra mim, passou voando - talvez pela quantidade inacreditável de projetos que eu realizei (e ainda estou realizando) esse ano, talvez porque daqui pra frente a gente perca mesmo a noção do tempo - e por isso eu tenho que fazer uma forcinha pra lembrar de algumas coisas que aconteceram.
Nos esportes: foi uma no muito legal, em todas as frentes. Corri várias provas bem (só o Troféu Brasil de Triathlon deixou a desejar), joguei bem o campeonato de Pré-Veteranos (acabei o ano como 14º cestinha do campeonato e meu time foi vice-campeão) e já virei a lenda do pingue-pongue do teatro (temos uma mesa no camarim). Ponto positivo pro ano, porque aprendi a forçar um pouquinho meus limites, aprendi a ser mais solidário na quadra e até um pouco menos "esquentadinho" quando uma decisão da arbitragem é duvidosa. Ok, ainda estou longe de ser o Dalai Lama, mas já melhorei. Esse negócio de desenvolvimento pessoal é bom mesmo.
Na música: com os Senhores Fulanos em estado criogênico e a Sigma7 em coma, voltei pro teatro. E adorei ter voltado, não sabia que sentia tanta falta. Em 2007 não fiz quase nenhuma peça porque estava tocando bastante, mas aí os shows rarearam (existe a palavra?) e eu fiquei sem ter com quem tocar. Daí pra aceitar os convites pras peças do 2º semestre foi um pulinho. E que bom que eu aceitei, volto a dizer. Os caras que tocam lá - Lineu, Yan e Peo - são incríveis, e me fazem querer ser um músico melhor, me fazem estudar pra estar no mesmo nível deles, me fazem evoluir. Bom pra todos, certo? Maravilha, então - ponto positivo 1. O segundo fato musical marcante do ano foi o meu ingresso na Johnny Brechó. Essa é uma banda que eu "inspirei", digamos assim. Lá em 1998, quando eu comecei a tocar, um amigão meu também começou a se interessar pela coisa e começou a cantar. Formamos uma banda-de-um-Festival só e cada um foi pro seu lado. Só que ele gostou tanto da coisa que foi muito mais longe que eu em termos de trabalho próprio, autoral. Lançou CD, tocou na TV, em Festivais, enfim. Aí os integrantes da banda resolveram sair e ele ficou sozinho, e daí pra voltar a tocar com ele foi outro pulinho. Hoje a banda já tá engrenando, já tocamos na TV e estamos começando a garimpar o nosso espaço de novo. Isso fora o fato de que o som é sensacional. Ponto positivo musical 2 pro ano.
Na Herbalife: realmente as coisas engrenaram esse ano. Eu e a Bru fomos "promovidos" no Plano de Carreira, e nossa equipe está cada vez mais sólida e cada vez com gente mais legal. Assim é fácil de trabalhar, e não tenho dúvida que 2009 vai ser grande pra todos nós - o resultado do último trimestre no Brasil é um crescimento de mais de 47%, pega essa. Mais sobre isso em outro post. Ponto mais que positivo pro ano, esse ganhou até estrelinha da professora.
Na vida: muitas mudanças e muitos planos. Volto a dizer que as mudanças, por enquanto, foram internas - modo de pensar, prioridades, aspirações, enfim. Minha irmã vai casar no começo do ano que vem, e os planos meus e da Bru não fogem muito disso. Não vou polemizar, mas realmente já tá na hora de sairmos da casa do papai e da mamãe pra começarmos nossa vida juntos de verdade, e passamos esse ano pensando, planejando e nos estruturando pra isso. Falta só colocar uma data e forçar um pouquinho mais a conta bancária. Só? É, só. Uma vez que a decisão é tomada, as forças do Universo se movimentam pra viabilizar o que queremos, vocês não sabiam disso? Pois é, sabem agora.
Li muito esse ano, não lembro de ter lido tanto em qualquer outro ano da minha vida. Trabalhei bastante também. Dá pra fazer mais e por mais pessoas, mas estou teminando esse ciclo me sentindo bem, me sentindo tranquilo e, principalmente, com a certeza de que mudei pra melhor. Ainda tô longe de ser quem eu quero ser, mas todo caminho começa com um passo, e esse passo certamente foi dado - por isso essa tranquilidade. Ano que vem o passo é maior, é mais ousado, é mais responsável, mas vai ser dado mesmo assim. E nesse ritmo o futuro que eu escrevi pra mim e pra todos à minha volta vai ser maravilhoso. Ponto positivo pra mim.
Não dá pra não se emocionar com um evento como a Olimpíada. A celebração do atleticismo, da preparação, da dedicação, da garra e do nacionalismo no esporte é algo único, visceral, vivo - e mexe com até com quem não é fã de esporte. Imagine como ficam os fãs.... ao mesmo tempo, a falta de resultados de um país como o nosso me faz pensar em coisas que eu não me importava tanto antes, mas que agora me saltam aos olhos.
Estamos num país onde não há estrutura pra nada no esporte. "É triste mais é real", me diria o melhor professor de História que eu já tive, o Roberto Diago. O atleta no Brasil preciso ter muito, mas muito talento pra compensar essa falta de estrutura para os treinos, a falta de competência dos dirigentes e das autoridades máximas e a falta de preparo de muitos dos nossos técnicos. E a gente vê o resultado de tudo isso na Olimpíada: quantos times ganharam alguma coisa? Só o Vôlei feminino. Quantos atletas ganharam alguma coisa? Alguns - e poucos desses treinam aqui. Esses sim são verdadeiros heróis.
Mas Mazza, porque esse anti-ufanismo (existe isso?) exagerado? Porque todo mundo que tem um pequeno conhecimento de esporte no Brasil sabe que talento não falta. Vou repetir: talento não falta - e nunca faltou, diga-se de passagem. Explico: como é possível um país como a Jamaica gerar tantos talentos no atletismo? É a água? São as "ervas aromáticas" de lá? Não. É um programa que garimpa talentos e os prepara para o esporte de forma efetiva. O resultado disso é um moleque de 22 anos quase saindo da Matrix, testando os limites do corpo humano e embasbacando o mundo com sua irreverência. Com isso tudo, ele acabou até deixando uma dúvida no ar: até onde o homem pode chegar em termos atléticos? Mas enfim, falar dos limites do homem é outro post totalmente diferente - vamos voltar ao "talento não falta"....
Porque eu acho que talento não falta? Matemática simples. Quer ver?
Brasil - 180 milhões de habitantes - 12 medalhas no total - 2 de ouro Cuba - 11 milhões de habitantes - 19 medalhas no total - 2 de ouro Jamaica - 2 milhões de habitantes - 10 medalhas no total - 6 de ouro Inglaterra - 50 milhões de habitantes - 44 medalhas no total - 18 de ouro
Perceberam? Muito mais habitantes, muito menos resultados. Pergunto de novo: é falta de talento? Pergunta pro Marcelo Huertas, pra Maurren Maggi, pro Cesar Cielo, pro Bernardinho (principalmente pra ele, que tem a mesma cabeça que eu, e acha que mesmo um time menos talentoso pode ser superior - falta de talento se resolve com treino), pra Marta, pro Ronaldinho Gaúcho. Faça-me o favor. É óbvio que talento não é o problema, e volto a dizer que nunca foi. Mas talento sozinho não resolve em esporte de alto rendimento. É preciso disciplina, preparação física e mental (principalmente mental!), espírito de competitividade, gana, raça, incentivo, fracassos e aprendizado constante. É a ponte talento-resultado que não está sendo feita. E é simples de se ver isso: quantos técnicos brasileiros (formados aqui e que nunca atuaram fora) buscam o aprendizado constante, ou buscam informação de fontes confiáveis e inovadoras? Se os técnicos, responsáveis pela preparação desses atletas de ponta não fazem isso, porque o atleta faria?
Na minha humilde opinião, um evento como a Olimpíada deveria trazer à tona o melhor de cada país - e isso parece acontecer em todos os países menos o nosso. Ao invés disso, eu me pus a pensar quantos Usain Bolt, Michael Phelps, Kobe Bryant, Yao Ming, Yelena Isinbayeva e tantos outros podem estar trabalhando em sub-empregos, sem nunca terem chance de demostrar seu talento atlético por falta de programas caça-talentos e estrutura para desenvolver os diamantes brutos. Mas vai que alguém importante passa por aqui e tem uma idéia brilhante pra mudar esse cenário? Nunca se sabe....
Post relâmpago pra compartilhar uma fase ótima que estamos passando. E a pergunta do título, na verdade, é: o amor é realmente contagioso?
Claro que a sua resposta vai depender do seu dia, da sua semana, do seu humor em geral, então eu já adianto que a minha resposta atual é: SIM, o amor é muito contagioso. Mas que amor é esse, que é tão inevitável assim? É o que junta duas pessoas pra sempre? É o amor de um filho pela mãe? Na verdade, nenhum dos dois - é do amor pelo próximo que estou falando.
Você já repararam como a sua vida fica mais colorida quando você está de bom humor? Já repararam que as pessoas sorriem mais pra você, que o trânsito não está tão ruim, que o café não está tão frio no trabalho, que o seu chefe não está tão mal-humorado.... vocês acham que isso é por acaso? Eu não acho. As pessoas sorriem mais pra você porque você sorri pra elas, é simples assim. Essa demostração gratuita de amor ao próximo é que contagia as pessoas, e é inevitável. Quando se manda boas vibrações pro Universo, ele te retribui com mais daquilo que você está sentindo. Sim, é a bemdita (é com "m" mesmo?) Lei da Atração.
Voltando à fase ótima: parece que tudo de negativo que passamos no ano passado virou poeira. Sim, sem dúvida serviu pra nos testar e ver se somos fortes o bastante pra aguentar esse tipo de porrada, mas descobrimos que fomos aprovados com crédito extra. E foi isso que nos colocou nessa energia positva que estamos hoje - saber que somos capazes. Por causa disso, estamos colhendo frutos e planejando coisas que nos pareciam inalcançáveis, e tudo o que queremos nos está sendo "entregue" de bandeja pelo Universo.
Parêntese: você já se sentiu capaz de fazer o que realmente quer fazer? Esse sentimento é fora do comum, e nos leva a vôos altos, e a aspirar cada vez mais - e isso, pra mim, é a verdadeira evolução do ser humano. E esse sentimento vicia.... fecha parêntese.
Pois é, eu recomendo que todo mundo espalhe esse amor o máximo que puder. Acreditem ou não, isso volta em dobro pra você. E é por isso que eu ando tão pra cima, tão positvo, e tão cercado de gente positiva também. Vocês não imaginam o bem que isso faz.... e viva Patch Adams!